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Na Unidade Berrini oferecemos também a modalidade Personal Trainner, com o instrutor Caio Martarelli, com 8 anos de experiência profissional em Yôga e com a Diretora, Profa. Rosana Ortega, praticante de Swásthya a quase 20 anos.

Como funciona?
Constitui o mesmo método de Yôga ministradas nas unidades da Universidade de Yôga com o diferencial que é exclusivo para um aluno e pode ser praticado na casa do aluno ou em academia.

Uma grande quantidade de efeitos começa a se processar já nas primeiras semanas e muitos deles são sentidos até na prática inicial. A flexibilidade começa a aumentar a partir da primeira sessão. No primeiro dia o stress começa a declinar.Contudo, é fundamental encarar isso com um acréscimo de saúde decorrente de uma revisão da sua qualidade de vida, exercícios, alimentação e atitude interior, mas não como terapia.

Personal Swásthya Yôga Trainner é indicatodo à praticantes ou competidores de natação, corrida, surf, mergulho, artes marciais, Para atores, artistas, modelos e cantores.

Não apenas cronologicamente, mas biologicamente jovem. Isso significa que uma pessoa com poucos anos pode estar menos apta que outra com mais idade. Errada é a concepção de que o Yôga possa servir para a terceira idade. Só se o praticante estiver em excelente forma física.

Um Yôga verdadeiro é muito forte para pessoas idosas ou enfermas. Sua simplificação constituirá, na melhor das hipóteses, uma mutilação. E em alguns casos, uma enganação.


Swásthya Yôga é para qualquer um?
Não. É só para pessoas sensíveis, educadas, cultas, saudáveis, dinâmicas, disciplinadas, alegres e de bem com a vida.

O Yôga não demora a produzir resultados. Uma grande quantidade de efeitos começa a se processar já nas primeiras semanas e muitos deles são sentidos até na prática inicial. A flexibilidade começa a aumentar a partir da primeira sessão. No primeiro dia o stress começa a declinar. As dores nas costas provenientes de má postura cessam imediatamente. Dores de cabeça ou da coluna decorrentes de tensão podem ser eliminadas na hora. Insônias costumam ceder após a primeira prática. Também se observa a tendência à rápida normalização de alguns tipos de hipertensão arterial. Asma, úlcera, impotência sexual respondem muito bem aos exercícios.

Contudo, é fundamental encarar isso com um acréscimo de saúde decorrente de uma revisão da sua qualidade de vida, exercícios, alimentação e atitude interior, mas não como terapia.


Efeitos da Etapa Inicial do Swásthya Yôga

O Swásthya proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com seus exercícios biológicos beneficia a coluna vertebral, os sistemas nervoso, endócrino, respiratório e circulatório.

Os ásanas (técnicas corporais) promovem a regulagem do peso por estimulação da tireóide, oxigenação cerebral pelas posições invertidas, consciência corporal, coordenação motora e alongamento muscular que auxiliará outros esportes.

Os kriyás (atividades de purificação das mucosas) promovem a higiene interna, das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas, etc.

Os bandhas (contrações ou compressões de plexos e glândulas) prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.

Os pránáyámas (exercícios respiratórios) fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa.

Os mantras (vocalização de sons e ultra-sons), em primeira instância aplicam vibração vocálica para desesclerosar meridianos energéticos; em segunda instância permitem equilibrar os impulsos de introversão/extroversão e dinamizar chakras; em terceira instância, ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.

O yôganidrá (técnica de descontração) é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com os demais angas da prática, implode o stress.

O samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.

Estes efeitos, e muitos outros, são simples conseqüências de exercícios. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendemos a respirar melhor, relaxar melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados, trabalhar melhor a coluna e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o incremento da saúde e a redução de estados enfermiços.

O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada em grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam o Yôga aos seus pacientes estressados.

Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e as exigências que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial aumente e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele.

Com a redução da tensão conseguimos minimizar a reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual, dores nas costas, contas do médico, etc. Basta reduzir o stress para amenizar também todos esses efeitos.

Nos cargos de decisão e comando o Yôga, ao controlar o stress, reduziu os índices de esgotamento, estafa, úlceras, gastrite, pressão alta, enfarto, enxaqueca e insônia. No pessoal de escritório, ao combater o sedentarismo, eliminou dores nas costas, corrigiu alguns problemas de coluna, hemorróidas, sonolência depois do almoço e irritabilidade que atrapalhava as relações humanas entre os funcionários e emperrava a máquina administrativa. Entre os operários, aumentou a produtividade em cerca de 30%, pois oxigenou seus cérebros e lhes proporcionou mais concentração o que reduziu os erros operacionais e os acidentes para quase zero. Em todos os escalões observou-se uma queda considerável nas faltas ao trabalho por motivos de saúde. Só de gripes, por exemplo, as faltas caíram para a metade.

Existem dois tipos de praticante: um que vem buscando benefícios e outro que vem buscando Yôga. Cada qual vai encontrar o que veio buscar. Claro que, para o instrutor, o que quer Yôga e não vantagens pessoais é mais gratificante. Isso não significa que vamos recusar nem discriminar o outro. Esperamos simplesmente reeducá-lo para conscientizar que uma coisa nobre é o Yôga e outra bem inferior são seus efeitos.

O praticante que quer o Yôga e não meramente os seus benefícios, lê, pesquisa, investe, dedica-se. Já o que busca efeitos, esse não está se importando com a seriedade ou autenticidade do método, encorajando, dessa forma malsã, a disseminação de ensinantes sem formação nem habilitação, mas que saibam prometer benefícios.

O sádhaka que busca benefícios não valoriza os estudos mais profundos nem as sofisticações técnicas que seu instrutor se esforça por oferecer. Ele quer benefícios e tanto faz se o método é autêntico ou não, desde que consiga usufruir dos efeitos. Mesmo que eles sejam produto de uma mistura exótica e apócrifa que nada tenha a ver com o Yôga.

Agora, imagine uma outra situação, conseqüência da atitude acima descrita. Suponha que você é um professor de Ballet Clássico e, cada vez que vá ensinar uma técnica mais elaborada para tornar seu aluno um bailarino de verdade e não um mero iludido, ele reclame:

— Ah! Professor, não exija tanto de mim. Eu não estou aqui para aprender a dançar. Vim só para emagrecer.

E um outro:

— Eu também não quero dançar. Só quero melhorar da coluna.

E outro mais:

— Já não estou em idade de dançar. Meu médico me mandou aqui para tratar da asma.

No final, você é professor de dança, mas ninguém quer aprender a dançar, pois estão todos de olho só nos benefícios para a saúde! Que frustração! Isso é o que ocorre sistematicamente com os instrutores de Yôga. Por essa razão temos evitado falar dos superlativos benefícios que a prática do Yôga pode proporcionar.

Ademais, colhemos a vantagem da compostura ética de não ficar fazendo propaganda apelativa. Não prometemos coisa alguma. Quem vem praticar conosco é porque entendeu nossa proposta e já sabe o que quer. Isto posto, podemos permitir-nos discorrer sobre alguns efeitos mais comuns para responder a esta pergunta tão freqüente.

Extraído do livro Tudo sobre Yôga do Mestre DeRose

 
 
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