Início » A viabilidade econômica da profissão

  • É possível sobreviver com poucos alunos;
  • Trabalhando 2h por dia pode-se arrecadar mais do que o salário de um médico por uma jornada de 8h de trabalho;
  • Uma empresa comum precisa de 1 ano para obter retorno; uma franqueada nossa pode con-seguir o retorno na metade desse tempo;
  • Não necessitamos de estoques, nem máquinas e equipamentos, e temos poucos impostos;
  • As fontes de arrecadação:
    1. as matrículas, que remuneram os secretários;
    2. as mensalidades, que sustentam os instrutores;
    3. os cursos permitem a formação de uma reserva;
    4. mas são as vendas que proporcionam as maiores entradas;
  • Um instrutor com menos de 50 alunos precisa fazer psicanálise para descobrir o motivo dessa falta de empenho e de esforço para crescer;
  • Entre 100 e 300 alunos está na faixa razoável;
  • Mais de 300 alunos é desaconselhável, pois o nosso marketing é o tratamento intimista e personalizado;
  • Como divulgar gratuitamente o seu trabalho;
  • A imprensa, a TV, as palestras, as faixas, etc.


Perguntas & Respostas

1- A profissão de instrutor de Yôga, à parte de ser um ideal, é economicamente viável? Mais ou menos que as outras?
Sim, é economicamente viável. Mais do que as outras.

 2- Deve-se adotar esta profissão só pelo seu potencial financeiro?
Profissão alguma deve ser adotada apenas pela expectativa pecuniária. Muito menos a nossa. Vocação, ideal, abnegação, senso de arte e de missão, são indispensáveis.

 3- É verdade que um instrutor de Yôga já começa a ser remunerado no primeiro ano de estudos e logo começa a ganhar mais que um médico?
Assim é. Em todas as profissões universitárias só se começa a ganhar algum pagamento depois que se formar, após vários anos. Na nossa, ganha-se para estudar, pois inicia-se praticamente pelo estágio remunerado.

 4- Qual a maneira mais fácil de se iniciar a carreira de instrutor?

A forma mais segura, rápida e garantida para se conseguir sucesso é seguir o caminho honesto: fazer o Curso Básico, a avaliação, e o curso de revisão da matéria com o Mestre De Rose; depois, contar com o respaldo da União e sua estrutura, mediante o estágio, a efetivação profissional em uma Unidade da Rede e, finalmente receber apoio para abrir sua própria Unidade, tornando-se franqueado.


 5- Quanto tempo leva isso?
Normalmente, 4 anos, mas esse período pode ser abreviado.

 6- Quais são as fontes de arrecadação de uma Unidade?
Taxas de matrícula, mensalidades da prática regular, cursos específicos e vendas de material didático.


 7- As vendas correspondem proporcionalmente a quanto desse total?
Podem chegar a 400% se o Diretor da Unidade for um autêntico entrepreneur. E se não o for, é melhor voltar a ser empregado de alguém.


 8- Quantos praticantes regulares deve ter uma Unidade?
Entre 100 e 300. Deve-se evitar ficar abaixo ou acima dessa média.


 9- Como fazer para chegar a esse número da praticantes?
(1) Boas instalações;
(2)boas aulas;
(3) bom atendimento;
(4) boa administração;
Se não tiver tudo isso, a propaganda só servirá para divulgar suas falhas para mais gente.


 10- Como meter-se em apuros financeiros e falir em pouco tempo?
Basta ficar sozinho, romper o elo de força com o seu Mestre e desligar-se da nossa egrégora Uni-Yôga.

 
 
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